Orar não é fácil, mas difícil. A incredulidade, o mundanismo, e a indiferença inutilizam a oração.
Considere os seguintes versículos bíblicos: "Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça" (Isaías 59:1-2). "Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido" (Salmo 66:18). "Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males" (1 Pedro 3:12).
O pecado causa a perdição da humanidade, e pecado na vida do cristão inutiliza a oração. Assim se forma um círculo vicioso. Peça a Deus que o guarde do pecado.
A oração é um privilégio pelo qual não precisamos pagar. É um chamado glorioso. Cultive a oração.
Além do mais,a mágoa também é um obstáculo a oração.A falta de perdão inutiliza qualquer prece.
Pense Nisto!!!
ESPERO QUE ATRAVES DESSE BLOG TODOS TENHAM UMA VISAO A MAIS DA OBRA DE DEUS E DAS COISAS DE DEUS.
3 de dezembro de 2011
28 de novembro de 2011
O PRIMEIRO LUGAR
Não devemos esperar nada dos outros, pois as batalhas serão por nós mesmos vencidas, quando entregamos essas necessidades a Deus e ficamos na Sua total dependência
Deus é quem nos concede a sabedoria, força e inteligência necessárias para trabalhar e sermos bem-sucedidos naquilo que fazemos.
São inúmeras as pessoas que têm sido atingidas pela miséria, vergonha, vícios, nervosismo, egoísmo e traumas e tudo porque não têm dado a Deus aquilo que Lhe pertence por direito, que é o nosso coração.
Deus permite que decidamos qual o lugar que Ele ocupa dentro do nosso coração. Porém, quando Deus está em primeiro lugar na nossa vida, há plena segurança dentro de nós de que conseguiremos vencer as adversidades que poderão surgir pelo caminho.
Quantas são as pessoas que ficam indignadas e revoltadas quando os servos de Deus determinam que haja uma mudança na vida daqueles que O buscam, considerando os que “dão a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. A nossa vida é consequência das decisões que tomamos e de quem estamos a dar ouvidos.
Já ouviu alguém dizer a frase: “Isso nunca poderá acontecer!” Você que afirma tê-la escutado inúmeras vezes, saiba que esta frase não vem de Deus e é alimentada pela força negativa que está a gerar e a alimentar a miséria, o fracasso, a vergonha e a deceção.
Deus dá o livre arbítrio, mas também deixa-nos sofrer as consequências. Não podemos esperar nada dos outros, pois as batalhas serão vencidas por nós mesmos, quando entregamos essas necessidades a Deus e ficamos na Sua total dependência.
O que o tem afetado? É falta de dinheiro? Não conseguir suprir os encargos financeiros? O baixo salário? Não vestir e calçar do melhor? Viver como pode e não como quer? Se essa dificuldade lhe está a tirar as forças, entregue-a a Deus. Deus quer que o Seu povo supere o mal com o bem, mas, para isso, é necessário que O tenha em primeiro lugar na sua vida.
Veja se não tenho razão?
“Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas.” (Mateus 6.33)
O seu valor não está no que você tem, mas sim, nos objetivos que possui. Qual é o seu objetivo? É ter paz, alegria, saúde, a família unida e o casamento solidificado? Nada pode abalar um casamento bem edificado, e, se esse é o seu desejo.
Te vejo na IURD, ou nas Nuvens!
O que você achou?
O alimento de Jesus
“E, entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come. Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis.
Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer? Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra.” João 4.31-34
Uma das razões do fracasso de muitos obreiros está na sua comida, ou seja, do que têm se alimentado.
Observe a qualidade do alimento de Senhor Jesus.
Em primeiro lugar, Ele se alimentava de fazer a vontade "daquele que o enviou". Esse é o feijão com arroz do evangelho, é a base que faz uma pessoa suportar o peso das lutas, tribulações, perseguições e calúnias que ela passará, inclusive quando estiver fazendo a obra de Deus.
Fazer a vontade de Deus nada mais é do que sacrificar a sua vontade, obedecendo a Palavra nas coisas mais básicas do seu dia-a-dia.
O relacionamento com Deus inclui jejuns, meditação diária da Bíblia e oração a todo tempo, às vezes até sem palavras, mas em pensamentos, buscando sempre saber qual é "a boa, perfeita e agradável vontade de Deus" para sua vida. Além de uma vigilância constante no que se fala, ouve, vê, pensa e sente.
Este é o alimento mais nutritivo que um ser humano pode ter para crescer espiritualmente saudável.
Em segundo lugar, o Senhor Jesus se alimentava de “realizar as obras do Pai”. Ele manifestava a fé com força total, curando libertando e anunciando as boas novas do reino dos céus.
Foi assim no início do ministério de muitos obreiros. Estavam fortes, saudáveis e prontos para a boa obra, mas com tempo começaram a se alimentar apenas com a prática das obras e não com a vontade de Deus, com isso foram se enfraquecendo e acabaram caindo pelo caminho.
Visto que, se não alimentarmos o nosso corpo ficaremos sujeito a todo tipo de doenças, e assim também com o nosso espírito, sem o alimento necessário ele estará sujeito aos demônios. Não é isso que temos visto nos últimos dias?
ATENÇÃO! OBREIROS E OBREIRAS, A PERGUNTA É:
QUAL TEM SIDO SEU ALIMENTO DIÁRIO?
Bispo Sergio Correa
21 de novembro de 2011
CHAMADA NAO ATENDIDA
Uma chamada não atendida
E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho” – Mateus 2:15.
Poucas pessoas hoje desconhecem o significado dessa frase. É uma das frases-padrão que aparece em todos os telefones celulares quando uma chamada deixa de ser atendida, seja por qual motivo for.
Imagine quantas vêzes isso ocorre diariamente no nosso relacionamento com Deus.
Quantas vezes somos chamados a agir, interagir, a tomar decisões, a exercer autoridade, a levar uma palavra de salvação, de conforto, de exortação; e, simplesmente, o chamado de Deus não é atendido.
À semelhança da comunicação telefônica, os motivos são diversos:
Estamos ocupados com outras ligações. Podem nem ser pecaminosas ou que nos envergonhem, mas simplesmente atrapalham a comunicação de Deus.
Encontramo-nos fora da área de cobertura. Naquele momento da atuação de Deus, deixamos de ser a pessoa certa no lugar certo, para nos conformarmos em ser a pessoa certa no lugar errado. Jonas é um exemplo bem forte dessa situação. A voz clara do Senhor na primeira chamada foi se desvanecendo e enfraquecendo na exata proporção em que ele se afastava. À partir daí, Deus não ficou apenas nas palavras, começou a agir sobre a natureza.
Estamos sem serviço. Por falta de intimidade com Deus nossa conexão é falha. Vamos a certos lugares ou nos colocamos em certas situações onde as interferências não permitem recebermos o sinal correto de Deus.
Nossa bateria está fraca. A falta de intimidade com Deus, em virtude da falta de oração e meditação na Palavra nos torna apáticos e fracos para exercer a autoridade necessária ao desempenho do nosso ministério. As disciplinas espirituais as recarregam; não há atalho para isso!
Nossos créditos terminaram. Até recebemos algumas ligações, mas não é possível retorná-las. Isso parece simples, mas não é. Comunicação é sempre uma via de duas mãos, mesmo que seja com Deus. Falar e ouvir, ouvir e falar. Não há como fazer de forma diferente.
Fomos vítimas de clonagem. Muito comum em certas operadoras de telefonia. Pagamos por chamadas que não efetuamos. A linha, que deveria ser exclusivamente nossa, é utilizada por terceiros.
Mantenha sua linha com Deus sempre aberta, desimpedida, e, de preferência, retorne sempre a ligação. Você tem créditos suficientes. Jesus os comprou para você, na cruz.
“Antes de clamarem,eu responderei; estando eles ainda falando, e eu os ouvirei” – Isaías 65:24.
E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho” – Mateus 2:15.
Poucas pessoas hoje desconhecem o significado dessa frase. É uma das frases-padrão que aparece em todos os telefones celulares quando uma chamada deixa de ser atendida, seja por qual motivo for.
Imagine quantas vêzes isso ocorre diariamente no nosso relacionamento com Deus.
Quantas vezes somos chamados a agir, interagir, a tomar decisões, a exercer autoridade, a levar uma palavra de salvação, de conforto, de exortação; e, simplesmente, o chamado de Deus não é atendido.
À semelhança da comunicação telefônica, os motivos são diversos:
Estamos ocupados com outras ligações. Podem nem ser pecaminosas ou que nos envergonhem, mas simplesmente atrapalham a comunicação de Deus.
Encontramo-nos fora da área de cobertura. Naquele momento da atuação de Deus, deixamos de ser a pessoa certa no lugar certo, para nos conformarmos em ser a pessoa certa no lugar errado. Jonas é um exemplo bem forte dessa situação. A voz clara do Senhor na primeira chamada foi se desvanecendo e enfraquecendo na exata proporção em que ele se afastava. À partir daí, Deus não ficou apenas nas palavras, começou a agir sobre a natureza.
Estamos sem serviço. Por falta de intimidade com Deus nossa conexão é falha. Vamos a certos lugares ou nos colocamos em certas situações onde as interferências não permitem recebermos o sinal correto de Deus.
Nossa bateria está fraca. A falta de intimidade com Deus, em virtude da falta de oração e meditação na Palavra nos torna apáticos e fracos para exercer a autoridade necessária ao desempenho do nosso ministério. As disciplinas espirituais as recarregam; não há atalho para isso!
Nossos créditos terminaram. Até recebemos algumas ligações, mas não é possível retorná-las. Isso parece simples, mas não é. Comunicação é sempre uma via de duas mãos, mesmo que seja com Deus. Falar e ouvir, ouvir e falar. Não há como fazer de forma diferente.
Fomos vítimas de clonagem. Muito comum em certas operadoras de telefonia. Pagamos por chamadas que não efetuamos. A linha, que deveria ser exclusivamente nossa, é utilizada por terceiros.
Mantenha sua linha com Deus sempre aberta, desimpedida, e, de preferência, retorne sempre a ligação. Você tem créditos suficientes. Jesus os comprou para você, na cruz.
“Antes de clamarem,eu responderei; estando eles ainda falando, e eu os ouvirei” – Isaías 65:24.
Loucuras da Fé
A Palavra da Cruz - fé associada ao sacrifício - é loucura para os que se perdem. I Coríntios 1.18
Quem, neste mundo perdido, tem disposição para sacrificar a vida por Alguém invisível? Ou por uma nova vida que segue após o sacrifício da vida antiga?
Muitos têm sacrificado patrimônio, dinheiro, carros e jóias em troca de bênçãos maiores. Mas quem quer sacrificar pais, filhos, família e, sobretudo, a própria vida em troca de uma vida cristã, longe do pecado?
Poucos. Pouquíssimos.
A mensagem da fé exige mais sacrifício do que míseros trocados no altar.
Jesus disse claramente:
“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a Mim não é digno de Mim; e quem não toma a sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim.
Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa achá-la-á.” Mateus 10.37-39
É tudo por tudo. Por isso, a palavra da cruz é loucura.
Foi O Tudo de Deus, Seu Filho, em troca do nosso tudo.
Qual é o nosso tudo? Vida feliz? Prosperidade? Saúde intacta?
Não! Mil vezes, não!
O tudo humano tem sido vidas avessas. Fracassos sentimentais, fracassos familiares, fracassos profissionais, enfim, agonias constantes no corpo, na alma e no espírito. Às vezes, como se não bastasse, até a saúde comprometida, para não dizer, vida a um passo da sepultura.
Sim! Qual é o tudo que nós temos para dar em troca do Tudo de Deus?
A salvação é para os que creem na prática, não na teoria.
A crença cristã prática exige sacrifício, por isso é loucura para os que se perdem.
Deus os abençoe.
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